Frequentemente, sente-se que escrever é depositar no papel toda a efusão de sentimentos que invadem o ser.
Como se pessoas não mais pudessem compartilhar
Como se o papel fosse o único meio
Como se o ouvido não tivesse lugar.
Dá-se espaço para as mil e uma coisas,
No mundo onde o amigo permanece prejudicado pelo sem-tempo
Seja seu, seja o dele
O sem-tempo rouba o prazer de estar entre-amigos
De se ver distante
De ver de longe aquilo que tão perto está
O sem-tempo te rouba os passos
Te rouba os abraços
De quem tão perto está
O sem-tempo não diz bom dia
E esquece da vida
Te faz vítima
Olha-se pra dentro, olha-se para frente
E os lados estão prejudicados pelo si
Porque o outro é vaidoso
Porque o si, não olha o outro
E questiona-se: Quem não é vaidoso?
É difícil não se corromper no mundo em que quando você nasceu já era corrompido,
Permanece-se exercitando o silêncio para fugir das vaidades
"Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade"
Como se pessoas não mais pudessem compartilhar
Como se o papel fosse o único meio
Como se o ouvido não tivesse lugar.
Dá-se espaço para as mil e uma coisas,
No mundo onde o amigo permanece prejudicado pelo sem-tempo
Seja seu, seja o dele
O sem-tempo rouba o prazer de estar entre-amigos
De se ver distante
De ver de longe aquilo que tão perto está
O sem-tempo te rouba os passos
Te rouba os abraços
De quem tão perto está
O sem-tempo não diz bom dia
E esquece da vida
Te faz vítima
Olha-se pra dentro, olha-se para frente
E os lados estão prejudicados pelo si
Porque o outro é vaidoso
Porque o si, não olha o outro
E questiona-se: Quem não é vaidoso?
É difícil não se corromper no mundo em que quando você nasceu já era corrompido,
Permanece-se exercitando o silêncio para fugir das vaidades
"Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade"
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