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Mostrando postagens de abril, 2013

ROMANCE

Não quero falar de todas as coisas que eu quis ter e não tive, Vou falar de todas as coisas que eu tive ainda que não as quisesse ter. Eu amo poesia Em todas as suas formas Em forma de letra, melodia, fotografia. Eu tenho um gosto só meu De bebidas, de alimentos, de companhias. Eu sou homogênea, impossível de separar, de distinguir. Sou a liberdade, sem liberalidade Tenho a necessidade de mudar o mundo Eu sou filha do Rei. Eu aceito, questiono, me inquieto, desejo, sonho. Sou impossível de ser somunicada E impossível em não comunicar. Sendo muitas, eu sou uma Sendo uma, eu sou muitas. Difícil de distinguir, Amável e ávida por amar. Sou alguém que tem sempre uma palavra amável Que fala de Deus, no meio da tensão, Tento ser o sorriso no meio de todo o cansaço Sou o abraço, igualzinha a todo Ser, sou quem abraça.

META-MOR-FOS(S)E

Os olhos se fecharam A boca se calou E o som se fez silêncio Tudo mudou de lugar Ele parou de lutar Parou de chorar tudo o que estava engasgado Parou de sofrer pelo não existiu Aceitou que tinha medo Aprendeu a ler atos, os seus e os teus, Diferencia pesadelos da realidade Fugiu de ti Vive bem em outras companhias Reconstrói todos os dias a própria história Todos os dias cultiva a própria felicidade Despreza as angústias que não podem ser contornadas Se cala diante das páginas já lidas Ele parou de importar Mas não de se importar Dia a dia.