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META-MOR-FOS(S)E

Os olhos se fecharam
A boca se calou
E o som se fez silêncio
Tudo mudou de lugar

Ele parou de lutar
Parou de chorar tudo o que estava engasgado
Parou de sofrer pelo não existiu
Aceitou que tinha medo
Aprendeu a ler atos, os seus e os teus,
Diferencia pesadelos da realidade

Fugiu de ti
Vive bem em outras companhias
Reconstrói todos os dias a própria história
Todos os dias cultiva a própria felicidade

Despreza as angústias que não podem ser contornadas
Se cala diante das páginas já lidas
Ele parou de importar
Mas não de se importar
Dia a dia.

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IMUTÁVEL

A bailarina se recusa a sambar Só quer saber de repetir os passos do ballet clássico Não quer tentar nada novo A bailarina não quer mudar A bailarina se recusa veementemente a valsear Só quer repercutir nos palcos ao som do clássico Não quer tentar de novo Tem medo de cair, de se machucar A bailarina teima em não tirar as sapatilhas Em não mudar de vida Em sempre reclamar A bailarina não muda, A bailarina é muda A bailarina desistiu do ballet e quer se mudar.

Soul time

I had something wrong in my life I had something at the wrong place in my history. I had pain, and this was not right Now, today, exactly in this second i can see My mistakes, my fears, my secret desires And finaly, i may take my soul in its place. Not with other guy, but here, with me, in my history