Colher o que não plantou não é furto, ou apropriação indevida...
É usurpação da própria natureza
Colher o que não plantou é desejar ter o que não propiciou
É mal tratar, des tratar, des interessar
Machucar
Pensar em sanções é improdutivo
Não há o que punir
Porque não há o que pedir
Nem o que cobrar
Eu vi a inveja nos olhos de quem não tinha o dever de cultivá-la
A vitimização nos olhos de quem deveria proteger, evitar que se criasse mais uma vítima
E me dei conta de que eu também estava querendo colher o que eu inutilmente tentei plantar... naquele solo infértil... naquela insistência em não mudar... com sementes que nem eu tinha.
E o passado veio com ela, mas eu segui. E hoje tudo o que me resta é olhar para traz com dor
Porque não tenho o que colher, nem mesmo o que oferecer
Como, me diga, em que terra, você dará o que não tem?
Colher o que não plantou, nem pode ser usurpação da própria natureza... porque não há colheita onde não houve plantio.
É usurpação da própria natureza
Colher o que não plantou é desejar ter o que não propiciou
É mal tratar, des tratar, des interessar
Machucar
Pensar em sanções é improdutivo
Não há o que punir
Porque não há o que pedir
Nem o que cobrar
Eu vi a inveja nos olhos de quem não tinha o dever de cultivá-la
A vitimização nos olhos de quem deveria proteger, evitar que se criasse mais uma vítima
E me dei conta de que eu também estava querendo colher o que eu inutilmente tentei plantar... naquele solo infértil... naquela insistência em não mudar... com sementes que nem eu tinha.
E o passado veio com ela, mas eu segui. E hoje tudo o que me resta é olhar para traz com dor
Porque não tenho o que colher, nem mesmo o que oferecer
Como, me diga, em que terra, você dará o que não tem?
Colher o que não plantou, nem pode ser usurpação da própria natureza... porque não há colheita onde não houve plantio.
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