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Expressão da inexpressiva pressão: do medo ao juízo

As dores da alma se fizeram revelar
Para o mundo inabitado por quem se importa
Quem há de se portar, transportar
Intramundos, Intermundos, Mudo?
Se cala, se omite, se confunde, não se permite

É lógico, é sentido
Meio parado e todo perdido.

Perdido nos pesadelos
Meus medos se enamoram de meus segredos.
É sutil a mensagem subliminar daquele cálice que promete calar
O que a alma teima em gritar.

Paz contida, revolta incontida, compreensão disfarçada no sonho de aceitação
A consciência vive longe do sentimento
São mundos distintos, mudos

Deixe-me admirar os meus limites,
Deixe-me apreciar o cálice de cicuta
E me emudecer na coragem que alimento em não ser covarde.

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