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Cores de novembro

Cada casa tem de mim a cor que sua luz faz refletir.
Para a luz branca, eu sou uma estrela,
Para a luz azul, eu sou verde
Para a luz vermelha, eu sou laranja
OH! Quanto é pesado tomar uma cor como reação a cada provocação!

Queria ser sempre marrom
A mistura das primárias
Sem problemas com branco ou preto
Sem dor de expectativas
Sem o cansaço das relações

Mas já aprendeu-se
Que se isolar é se desolar
Desensolarar
Vegetar
Se isolar, é lutar pela solidão
E eu gosto dos meus sorrisos, do meu cinismo, da minha sinceridade
Eu gosto dos meus amigos, das minhas cores, da minha íris

Sem muitos pontos, somente aquele ponto - o amor de seus irmãos - servidão - felizcidade

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IMUTÁVEL

A bailarina se recusa a sambar Só quer saber de repetir os passos do ballet clássico Não quer tentar nada novo A bailarina não quer mudar A bailarina se recusa veementemente a valsear Só quer repercutir nos palcos ao som do clássico Não quer tentar de novo Tem medo de cair, de se machucar A bailarina teima em não tirar as sapatilhas Em não mudar de vida Em sempre reclamar A bailarina não muda, A bailarina é muda A bailarina desistiu do ballet e quer se mudar.

Soul time

I had something wrong in my life I had something at the wrong place in my history. I had pain, and this was not right Now, today, exactly in this second i can see My mistakes, my fears, my secret desires And finaly, i may take my soul in its place. Not with other guy, but here, with me, in my history